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Contrato de Performance — Devo ou Não Devo Fazer?

Hoje, vou compartilhar com você  um pouco da minha experiência em relação ao contrato de performance. Será que é interessante para o seu negócio? Quais os riscos que ele pode gerar? Confira!

Critérios de um contrato de performance

Antes de tudo, é importante entender que, para saber se o contrato de performance é interessante para o seu negócio, é preciso analisar todos os critérios. Veja os principais que listei para você:

1. Esteja ciente dos riscos envolvidos

Independentemente da sua posição atual — freelancer, consultor, prestador de serviços, entre outras — entenda que você não é sócio. Então, é importante ressaltar as diferenças existentes entre essas funções.

Sempre digo que mesmo sendo sócio, essa função sempre tem seus lados negativos. Ou seja, se tudo der errado ele é que será responsável. O prestador de serviços, por sua vez,  não fica com o prejuízo caso algo dê errado, porém, perde o cliente.

Por isso, a minha primeira recomendação é: faça muito bem um contrato de performance. Defina um tempo de permanência não menos que dois anos  e um percentual em cima do faturamento total do negócio.

2. Tenha total acesso às informações das vendas

Se você tiver o acesso às vendas realizadas somente de maneira simples — por exemplo, somente em uma planilha — isso em pouco tempo pode gerar uma desconfiança da sua parte com o seu sócio.

Por isso, eu gosto de definir um método de avaliação, como por exemplo, se você poderá olhar as vendas direto no CRM ou no sistema de pagamento. Se possível, peça para te adicionar ao projeto como o co-produtor do negócio. Acredite, os riscos são muito menores.

3. Trabalhe com pessoas experientes

Quando você faz um contrato de performance, é importante ficar de olho no que está sendo entregue. A pergunta é: o resultado é 100% baseado em você? A resposta deve ser sempre “não”.

Você não poderá ser prejudicado por alguém que não consegue ter uma visão estratégica e que ainda está descobrindo as melhores técnicas de vendas. Procure sempre por pessoas que tenham experiência no ramo.

Percentual ou Regime de Bonificação?

Para escolher eu digo que tudo dependerá do trabalho que está sendo desenvolvido. Se optar pelo percentual do faturamento, por exemplo, tenha ciência de que essa é uma escolha mais ousada.  Já que nem todas as pessoas estão dispostas a aceitar.

No regime de faturamento, por sua vez, é mais comum, então pode ser mais interessante. Porém ele não privilegia quem cresce muito rápido.

Eu considero o híbrido um dos modelos mais seguros. Nele, é possível traçar um valor fixo com uma variável. Ele tem um piso e, caso o projeto dê errado, existe uma segurança maior.

Gostou do artigo? Agora que você já sabe tudo sobre o contrato de performance, confira outros conteúdos aqui no blog do Agência10x!

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