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O Organograma de Uma Agência Digital
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O Organograma de Uma Agência Digital

Olá. 

Eu recebi uma pergunta muito massa no meu Instagram, foi a seguinte: qual deve ser o organograma de uma agência digital? Dá só uma olhada nas sacadas que separei para te ajudar a escalar o seu sucesso! 

O primeiro de tudo é entender que existem momentos e fases diferentes. Para exemplificar isso, eu perguntei no meu grupo de Agency Valley, qual era o tamanho das agências digitais das pessoas. A maioria respondeu os seguintes tipos: 

  • Início — “Eugência”; 
  • Até 5 colaboradores; 
  • Até 15 colaboradores. 

No primeiro caso, uma única pessoa faz tudo. Já a partir de cinco pessoas, o esquema começa a ficar mais complexo e tudo depende muito do fundador. Alguns vão mais para a área de gestão e outros para o campo comercial. 

Até cinco pessoas

Nessa situação, você pode ter um fundador, além de profissionais para vendas, processos financeiros e operacional (como, por exemplo, designer, programador, analista de mídia, entre outros). Fora isso, também dá para ter uma pessoa para atuar como administrativo (fazer conciliação bancária, falar com contabilidade, burocracias fiscais e tributárias, etc.), ao invés de ter um profissional financeiro. 

Até dez pessoas 

O mais comum é ter uma pessoa de financeiro, administrativo, RH (aliás, a partir de dez pessoas, já é interessante esse investimento, pois vai te poupar bastante tempo), e, pelo menos, mais um assistente de vendas. Esta última função depende de um gerente de projetos, que pode ser você ou não. 

Na época em que eu tinha a Mestre por volta de dez pessoas, eu ficava mais focado no time de vendas e trabalhando um pouco em alguns projetos. Nesse ponto, você realmente tem que fazer uma escolha para delegar funções e fazer a sua agência digital crescer. 

O organograma da Agência Mestre

Na minha opinião, o melhor dos cenários é ter, primeiramente, um CEO com a responsabilidade de visão (para onde a empresa está indo) e para a linha de administrativo/finanças (os negócios estão com dinheiro o suficiente para continuar crescendo?). Além disso, nós também temos duas pessoas dedicadas à área de RH (uma para a linha de processos e outra para a de feedbacks e de recrutamentos). 

Depois, vem as áreas. Nós temos a divisão em setores: 

  • conteúdo;
  • inbound;
  • mídia;
  • SEO;
  • lançamentos;
  • entre outros.

Dentro de cada setor, tenho meus gestores (responsáveis pela entrega de projetos e, também, que os colaboradores estejam satisfeitos, cumprindo suas metas e objetivos de vida. Além disso, que estejam com a orientação correta de como se desenvolver na Mestre). Recentemente, nós também implementamos o modelo de carreira em Y. Com isso, fora os gestores, temos um coordenador técnico (para tirar entraves técnicos) e um coordenador de projetos e pessoas (para auxiliar  as pessoas a se desenvolverem em comportamento e controle de demandas e prazos).  

Mais uma frente essencial é a de vendas, claro, com coordenador e equipe. Vale destaque que, eu como CEO, já não me envolvo nesse campo. Lógico que tenho o conhecimento técnico, mas não tenho tempo, por isso, o time de vendas assume a função. 

E aí, você pode me perguntar: Ricotta, onde é que fica a área do atendimento? Na Mestre, não temos esse setor. Mas quando existe em outras agências, ele pode ficar paralelamente ao operacional. O lado bom é desafogar os analistas de informações dos clientes, mas o lado negativo é a perda da profundidade técnica de passar dados para os clientes.

Esse foi o melhor jeito que achamos. Mas também tem agências que se dividem em células e cada uma possui X profissionais capazes de entregar determinados projetos para um cliente. No meu modo de ver, não tem certo e errado, tudo depende da cultura da sua empresa. Analisando o todo com um olhar distante, acredito que o modelo híbrido é o melhor para as agências.

Como pode ser o organograma de uma agência digital em início?

No seu lugar, para começar, formaria o organograma de uma agência digital por:

  • você
  • 1º colaborador: vendedor (assim, dá para entrar mais verba e, a longo prazo, contratar mais pessoas). Se houver vendas demais, paralelamente, é interessante ter um parceiro atuando como freelancer (PJ mesmo);
  • 2º colaborador: atendimento (ideal para você ter mais tempo para desenhar processos); 
  • 3º colaborador: gestor de projetos (nesse momento, você automaticamente já virou “apenas” o CEO).

Se tiver que adicionar mais pessoas, o melhor é seguir essa mesma ordem. O bacana é que você vai poder passar mais liberdade, organização e até ajudar os vendedores a trabalharem melhor. Depois disso tudo, dá para pensar no profissional técnico. 

Beleza?

Se você gostou deste artigo, aproveite para conhecer mais informações sobre empreendedorismo em agências digitais aqui no blog do Agência10x!

Um forte abraço e até a próxima!

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